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Cartografia Tátil
(em caráter informal)
Coordenador: Prof. Luiz Felipe
Órgão de Fomento / Empresa Conveniada: IME/IBC
Período: 2005 - 2009
Descrição: Por meio de parceria com o Instituto Benjamin Constant (IBC), o projeto visa o desenvolvimento de material escolar para a inserção de deficientes visuais e a conversão de material cartográfico para o braille. O primerio produto (Introdução do Atlas Escolar do IBGE) encontra-se em fase final.
 
 
SIG para Sistema de Comando e Controle
Coordenador: 1o Ten Fernanda Lins
Órgão de Fomento / Empresa Conveniada: PBCT/GC2
Período: 2004 - 2012
Descrição: O presente projeto consiste no desenvolvimento de uma plataforma para Sistemas de Informações Geográficas em software livre, utilizando-se o conceito de código aberto. Essa plataforma está sendo desenvolvida utilizando-se uma biblioteca de geoprocessamento chamada TerraLib, implementada  na linguagem C++ e desenvolvida pelo Instituto Nacional de Pesquisas Espaciais (INPE).
 
 
PMRG - Projeto Mudança do Referencial Geodésico
Coordenador: Prof. Leonardo
Órgão de Fomento / Empresa Conveniada: IBGE /  CIDA (Canadian International Development Agency)
Período: 2000 - 2014
Descrição: O Projeto Mudança do Referencial Geodésico Nacional é coordenado pelo Instituto Brasileiro de Geografia e Estatística (IBGE)  e pela University of New Brunswick (UNB)  e patrocinado pela Agência Canadense para o Desenvolvimento Internacional (CIDA), por meio de um acordo internacional com a Agência Brasileira de Cooperação (ABC). O projeto objetiva promover a adoção, no País, de um novo sistema geodésico de referência, unificado, moderno e de concepção geocêntrica, de modo a compatibilizá-lo às mais modernas  tecnologias de posicionamento.
 
 
Visualização Cartográfica - Epidemias e Defesa  Biológica
Coordenador: Prof. Luiz Felipe
Órgão de Fomento / Empresa Conveniada: Edital CNPq 04/2008 ? Apoio Técnico e PBCT / GPB 2010/2013
Período: 2010 - 2013
Descrição: As representações do espaço geográfico limitam-se à um recorte estático (ocorrência instantânea) de fenômenos modelados segundo uma lógica Booleana com construções geométricas (ponto/linha/área) e topológicas (nó/aresta/face) simples. No entanto, o mundo real não se comporta desta maneira. Áreas seguras em conflitos, de transição entre biomas, de risco epidemiológico ou terrorismo, de dispersão de gases e poluentes, por exemplo, não possuem (na maioria dos casos) fronteiras exatas. Resta portanto a necessidade de buscar metodologias e formas de expressão gráfica visual que contemplem a modelagem destes fenômenos tanto no que concerne a transmissão e o registro de informações quanto a extração de dados, a partir destas representações, como insumo à sistemas de apoio à decisão.
 
 
Percepção Cartográfica
Coordenador: Prof. Luiz Felipe
Órgão de Fomento / Empresa Conveniada: Produtividade em Pesquisa CNPq PQ-2009
Período: 2010 - 2013
Descrição: Visa a) Concluir os estudos e experimentos práticos para definição de um indicador de complexidade para mapas planos; b) Avaliar dispositivos de prototipagem 3D (impressoras e fresas) e desenvolver metodologia para automação da produção de matrizes para mapas táteis; c) Construir representações cartográficas da distribuição espaço-temporal de achados peleoparasitológicos e outros dados físicos, em escalas locais, regionais e global; d) Concluir à representação topo-batimétrica do oceano Pacífico; e) Incluir em d) a modelagem de correntes, marés e deriva continental, em ambiente de jogo e plataforma de software livre (Ubuntu / Blender); f) Interligar as pesquisas d e e) com os levantamentos de dados paleoparasitológicos já disponíveis e produzir análises sobre a Teoria do Rafting no Pacífico Sul; g) Construir representações fuzzy de parâmetros do ciclo de transmissão da Doença de Chagas; h) Avaliar a eficiência das representações g) junto à profissionais de saúde; i) Avaliar a extração digital de informações em Mapas Fuzzy de modo a proporcionar uma alternativa para entrada de dados em Sistemas de Inferência Neuro-Fuzzy; j) Concluir o estudo de percepção de símbolos sob alteração nas condições de atenção e ampliar os experimentos para problemas simples de leitura de documentos cartográficos e outras situações hostis (navegação aérea de combate); k) Avaliar a correlação entre a percepção visual e a ?percepção digital? para desenvolvimento de alternativas de controle em representações digitais; l) Avaliar dispositivos reduzidos e alternativos quanto à capacidade de representação de símbolos cartográficos; m) Aplicar a metodologia de ?brainstorming visual? na geração de simbolos de reduzidas dimensões.
 
Visualização cartográfica em ambientes hostis
Coordenador: Prof. Luiz Felipe
Órgão de Fomento / Empresa Conveniada: PBCT / GPB 2010/2013
Período: 2010 - 2013
Descrição: Levantar dados e informações para propor otimização e alternativas de representações cartográficas que envolvam: dispositivos de exibição gráfica reduzidos, interfaces multimídia interativas e situações de estresse. Construir representações cartográficas eficientes e eficazes para exibição em monitores de dimensões reduzidas (máximo 7") que operem com informações e atualização em tempo real.
 
 
Representações cartográficas não-convencionais
Coordenador: Prof. Luiz Felipe
Órgão de Fomento / Empresa Conveniada: PBCT / GPB 2010/2013
Período: 2010 - 2013
Descrição: Desenvolver metodologia para construção de representações cartográficas que envolvam: Aspectos temporais e fenômenos com limites indeterminados. Modelos alternativos de representação do espaço em meios analógico e digital com ênfase em conceitos de lógica fuzzy e computação gráfica; Metodologias digitais para avaliação da complexidade destes modelos e leitura de resultados deles oriundos, com ênfase no filtro de Marr e visão computacional.
 
 
Aspectos Matemáticos da Construção de Redes Geodésicas e a Mudança do Referencial Geodésico
Coordenador: Prof. Leonardo
Órgão de Fomento / Empresa Conveniada: Produtividade em Pesquisa CNPq PQ-2009
Período: 2010 - 2013
Descrição: As Redes Geodésicas são imprescindíveis para as atividades de posicionamento e de navegação. A construção de uma rede geodésica envolve várias etapas que incluem, por exemplo, ações inerentes: ao seu planejamento; às operações de campo; às diferentes fases de processamento; e às diversas análises, envolvendo as observações, os dados e informações complementares, os resultados e a qualidade. O Brasil, desde fevereiro de 2005 até fevereiro de 2015, novamente está em processo de mudança de seu referencial geodésico. A adequada condução desse processo impõe um conjunto diverso e, ao mesmo tempo, específico de pesquisas em um significativo e abrangente conjunto de temas, não só os dedicados à Geodésia, mas também aqueles em áreas correlatas, como por exemplo, os relativos à Cartografia, às Engenharias e à Estatística. A mudança do sistema geodésico está em desenvolvimento através do Projeto Mudança do Referencial Geodésico - PMRG, que congrega diversas instituições brasileiras sob a coordenação da Fundação Instituto Brasileiro de Geografia e Estatística - IBGE. Desde setembro de 2004, conta também com o PIGN - Projeto de Infra-estrutura Geoespacial Nacional, projeto que se justapõe ao PMRG, coordenado pelo IBGE e pela University of New Brunswick - UNB - sendo que seu término se dará em dezembro desse ano. Dentre as diversas possibilidades de pesquisa envolvidas, são de interesse desse projeto àquelas voltadas aos aspectos matemáticos e computacionais relacionados à construção de redes geodésicas e à mudança do referencial. Nesse sentido, essa proposta tem por objetivo participar e contribuir para a evolução da ciência Geodésica no Brasil, e de forma mais aplicada, à Rede Geodésica Nacional e para o sucesso do PMRG.
 
 
Visualização Cartográfica - Epidemias e Defesa  Biológica
Coordenador: Prof. Luiz Felipe
Órgão de Fomento / Empresa Conveniada: PBCT
Período: 2010 - 2013
Descrição: As representações do espaço geográfico limitam-se à um recorte estático (ocorrência instantânea) de fenômenos modelados segundo uma lógica Booleana com construções geométricas (ponto/linha/área) e topológicas (nó/aresta/face) simples. No entanto, o mundo real não se comporta desta maneira. Áreas seguras em conflitos, de transição entre biomas, de risco epidemiológico ou terrorismo, de dispersão de gases e poluentes, por exemplo, não possuem (na maioria dos casos) fronteiras exatas. Resta portanto a necessidade de buscar metodologias e formas de expressão gráfica visual que contemplem a modelagem destes fenômenos tanto no que concerne a transmissão e o registro de informações quanto a extração de dados, a partir destas representações, como insumo à sistemas de apoio à decisão.
 
 
Plataforma para Visualização Cartográfica
Coordenador: Maj Vagner
Período: 2012 - 2015
Descrição:  O presente projeto de pesquisa objetiva desenvolver um aplicativo, em software livre, que permita a manipulação de dados com a finalidade de garantir uma visualização espacial aderente à realidade física. Assim, partindo-se de conceitos referentes a Modelagem Digital de Elevações (LI et al, 2004) e de Geometria Computacional (MOUNT, 2002), o projeto procura gerar um produto gráfico com qualidade estética e com acurácia posicional que permita um processamento posterior da informação.
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